Digestivo alto · residencia

Câncer gástrico: a laparoscopia que muda o tratamento


64 anos, masculino, tabagista, com perda de 9 kg em 4 meses. Epigastralgia persistente há 5 meses, saciedade precoce e episódios de vômito pós-prandial no último mês. Nega disfagia e melena. Emagrecido, corado, sem icterícia. Abdome flácido, sem massa palpável, sem ascite detectável. Sem linfonodo supraclavicular esquerdo palpável. Albumina 3,2 g/dL, hemoglobina 11,4 g/dL. Endoscopia digestiva alta com biópsia: lesão ulcerada e infiltrativa de 5 cm em corpo gástrico, adenocarcinoma pouco diferenciado. Tomografia de tórax, abdome e pelve: espessamento parietal gástrico com linfonodos perigástricos aumentados, SEM implantes peritoneais visíveis, SEM ascite e SEM lesões hepáticas.

Qual é o PRÓXIMO passo do estadiamento?

  1. Gastrectomia total com linfadenectomia D2 diretamente, já que a tomografia não mostrou doença à distância
  2. Quimioterapia paliativa exclusiva, pelo tamanho da lesão e pelo grau histológico
  3. Laparoscopia de estadiamento com citologia do lavado peritoneal antes de definir o tratamento
  4. PET-CT como exame definitivo para excluir carcinomatose peritoneal

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