Trauma · residencia
Ferimento cervical penetrante: o fim da exploração obrigatória
31 anos, masculino, vítima de agressão com arma branca, admitido 40 minutos após o ferimento. Consciente, orientado e falando normalmente. Refere dor local. Nega dificuldade para engolir ou respirar. FC 96 bpm, PA 126/78 mmHg, FR 18 irpm, SpO2 98% em ar ambiente, Glasgow 15. Ferimento cortocontuso de 3 cm na face lateral esquerda do pescoço, entre a cartilagem cricoide e o ângulo da mandíbula (zona II), com transfixação do platisma identificada à inspeção. Sangramento venoso discreto, controlado com compressão. SEM hematoma expansivo ou pulsátil, SEM sopro ou frêmito, SEM enfisema subcutâneo, SEM disfonia ou estridor, SEM hematêmese ou hemoptise. Pulsos carotídeos simétricos, sem déficit neurológico focal. Radiografia de tórax sem alterações. Nenhum outro exame realizado até o momento.
Qual é a conduta INDICADA?
- Exploração cirúrgica cervical obrigatória, pela transfixação do platisma
- Angiotomografia de pescoço, com a conduta definida pelo resultado e pela evolução
- Observação clínica por 24 horas, sem nenhum exame de imagem
- Arteriografia convencional dos vasos cervicais
A resolução e o gabarito ficam na versão interativa, depois que você responde.