Abdome agudo · residencia

Obstrução por aderências: o que sustenta o tratamento não operatório


64 anos, masculino, submetido a colectomia há 5 anos. Dor abdominal em cólica, distensão abdominal e vômitos há 24 horas. Refere parada de eliminação de fezes e flatos desde o início dos sintomas. Hemodinamicamente ESTÁVEL, afebril. Abdome distendido, timpanismo difuso, SEM sinais de irritação peritoneal. Tomografia de abdome: dilatação de alças de delgado com ponto de transição. SEM sinais de isquemia, SEM perfuração e SEM alça fechada.

Sobre o manejo deste paciente, quais afirmativas estão CORRETAS?

  1. 1) A ausência de sinais de isquemia ou peritonite permite tentativa inicial de tratamento não operatório.
  2. 2) O tratamento inicial inclui reposição volêmica e correção dos distúrbios hidroeletrolíticos.
  3. 4) A descompressão gastrointestinal com sonda nasogástrica faz parte do manejo não operatório recomendado.
  4. 8) A ausência de melhora clínica após 12 horas constitui, isoladamente, indicação de exploração cirúrgica.
  5. 16) A progressão do contraste hidrossolúvel até o cólon em 24 horas favorece resolução com tratamento não operatório.
  6. 32) O aparecimento de peritonite ou sinais de isquemia intestinal indica abordagem cirúrgica sem demora.

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A resolução e o gabarito ficam na versão interativa, depois que você responde.