Oncologia · especialista

GIST gástrico grande: o remédio que encolhe a operação


57 anos, feminina, hipertensa controlada, ECOG 0, sem cirurgia abdominal prévia. Investigação de anemia ferropriva e saciedade precoce há 6 meses, com perda de 3 kg. Sem disfagia, sem vômitos, sem hematêmese. Bom estado geral, corada com palidez discreta. Abdome sem massa palpável, sem hepatomegalia, sem ascite. Hemoglobina 10,4 g/dL, ferritina baixa, albumina 4,0 g/dL. Endoscopia: abaulamento submucoso amplo na cárdia e fundo gástrico, com mucosa íntegra e pequena ulceração central. Ecoendoscopia com punção: lesão originada da camada muscular própria, medindo 9 cm, contígua à transição esofagogástrica. Anatomopatológico da punção: tumor fusocelular, CD117 e DOG1 positivos, índice mitótico 6 por 5 mm². Tomografia de tórax e abdome: lesão gástrica de 9 cm em contato com o pilar diafragmático esquerdo, SEM metástase hepática, SEM implantes peritoneais, SEM linfonodomegalia e SEM invasão de estruturas irressecáveis.

Qual é a conduta MAIS ADEQUADA?

  1. Gastrectomia total com linfadenectomia D2, pelo tamanho e pela localização junto à cárdia
  2. Ressecção em cunha imediata, com margem de 2 cm e linfadenectomia regional
  3. Pesquisa da mutação e uso de imatinibe pré-operatório, com ressecção depois da resposta
  4. Imatinibe por tempo indeterminado, sem cirurgia, uma vez que a doença responde

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A resolução e o gabarito ficam na versão interativa, depois que você responde.