Parede e hérnias · especialista
Hérnia incisional em campo contaminado: a tela que o ensaio escolheu
58 anos, masculino, índice de massa corporal 29, ex-tabagista há 2 anos, diabético com hemoglobina glicada de 6,8%. Operado há 14 meses por diverticulite perfurada, com colostomia terminal à Hartmann. Deseja reconstruir o trânsito intestinal. Refere abaulamento da cicatriz mediana que cresceu no último ano, com desconforto aos esforços, sem episódios de encarceramento e sem obstrução. Bom estado geral. Cicatriz mediana com defeito herniário de aproximadamente 11 cm de largura, redutível, sem sinais inflamatórios. Colostomia terminal em fossa ilíaca esquerda, funcionante, sem hérnia paraestomal. Pele íntegra, sem fístula, sem úlcera e sem infecção ativa. Tomografia de abdome: defeito da linha média de 11 cm de largura por 16 cm de altura, com alças e epíplon no saco herniário. Volume herniário sem perda de domicílio significativa. SEM coleção, SEM abscesso, SEM tela prévia infectada e SEM fístula enterocutânea. Colonoscopia do coto retal normal. O planejamento é de tempo único: fechamento da colostomia e reparo da hérnia na mesma operação, o que caracteriza campo limpo contaminado a contaminado.
Sobre o material e a posição da prótese, qual é a conduta MAIS ADEQUADA?
- Reparo apenas com sutura da aponeurose, sem prótese, por causa do campo contaminado
- Tela biológica de derme porcina não reticulada, em posição retromuscular, no mesmo tempo
- Tela sintética macroporosa de polipropileno monofilamentar, em posição retromuscular, no mesmo tempo
- Reparo em dois tempos: fechar a colostomia agora e a hérnia depois
A resolução e o gabarito ficam na versão interativa, depois que você responde.