Mama · especialista

Carcinoma in situ extenso: a axila que entra pela porta da mastectomia


52 anos, feminina, sem histórico familiar relevante, sem mutação conhecida, com mamas densas e rastreamento anual regular. Rastreamento detectou microcalcificações pleomórficas agrupadas, em distribuição segmentar, ocupando extensão de cerca de 7 cm no quadrante superior externo da mama esquerda. Assintomática, sem nódulo palpável e sem descarga papilar. Mamas sem nódulos palpáveis, sem retração e sem alterações da pele ou do complexo areolopapilar. Axilas livres à palpação bilateralmente. Sem linfonodos supraclaviculares ou cervicais palpáveis. Exame da mama contralateral sem alterações. Mamografia com microcalcificações pleomórficas segmentares ocupando 7 cm da mama, classificadas como BI-RADS 5. Ultrassonografia axilar sem linfonodos suspeitos, com cortical fina e hilo preservado bilateralmente. Ressonância confirma realce não nodular segmentar de 7 cm, sem massa associada. Biópsia por agulha grossa guiada por estereotaxia: carcinoma ductal in situ de alto grau, com comedonecrose, sem invasão identificada no material. Pela extensão, a paciente e a equipe optaram por mastectomia com reconstrução imediata.

Qual é a conduta MAIS ADEQUADA em relação à axila?

  1. Pesquisa de linfonodo sentinela no mesmo tempo da mastectomia
  2. Nenhuma abordagem axilar, já que a biópsia mostrou doença apenas in situ
  3. Linfadenectomia axilar de níveis I e II, pela extensão de 7 cm da lesão
  4. Pesquisa de sentinela adiada, feita apenas se a peça revelar invasão

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